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Thinking In Bets

Annie Duke

No Super Bowl XLIX, o técnico do Seattle Seahawks, Pete Carroll, tomou uma das decisões mais controversas da história do futebol americano. Faltando 26 segundos para o fim da partida e perdendo por quatro pontos, com sua equipe a uma jarda da end zone do New England Patriots, ele optou por uma jogada de passe em vez de entregar a bola ao seu running back estrela. O passe foi interceptado, e os Seahawks perderam a partida. Os críticos classificaram a jogada como a mais estúpida da história. Mas será que a decisão foi realmente tão ruim? Ou Carroll tomou uma ótima decisão que acabou sendo prejudicada pelo azar?

Nem mesmo as melhores decisões produzem os melhores resultados todas as vezes. Sempre existe um componente de sorte que você não pode controlar, assim como informações que permanecem ocultas. Portanto, a chave para o sucesso no longo prazo — e para evitar se preocupar até não aguentar mais — é pensar em termos de apostas: qual é o meu grau de confiança? Quais são os possíveis desfechos? Qual decisão oferece a maior probabilidade de sucesso? Será que fui vítima do azar nos 10% de casos em que uma estratégia que funciona em 90% das vezes dá errado? Ou meu sucesso se deve à pura sorte, e não à qualidade das minhas decisões?

Annie Duke, ex-campeã da World Series of Poker que se tornou consultora empresarial, recorre a exemplos dos negócios, dos esportes, da política e, naturalmente, do pôquer para apresentar ferramentas que qualquer pessoa pode usar para aceitar a incerteza e tomar decisões melhores.

Para a maioria das pessoas, é difícil dizer “não tenho certeza” em um mundo que valoriza e até recompensa a aparência de certeza. Jogadores profissionais de pôquer, porém, estão acostumados ao fato de que boas decisões nem sempre levam a bons resultados, assim como decisões ruins nem sempre levam a resultados ruins.

Ao mudar sua maneira de pensar — deixando de buscar a certeza e passando a avaliar com precisão o que você sabe e o que não sabe —, você ficará menos vulnerável às emoções reativas, aos vieses automáticos e aos hábitos prejudiciais que afetam suas decisões. No longo prazo, você se tornará uma pessoa mais confiante, tranquila, compassiva e bem-sucedida.

No Super Bowl XLIX, o técnico do Seattle Seahawks, Pete Carroll, tomou uma das decisões mais controversas da história do futebol americano. Faltando 26 segundos para o fim da partida e perdendo por quatro pontos, com sua equipe a uma jarda da end zone do New England Patriots, ele optou por uma jogada de passe em vez de entregar a bola ao seu running back estrela. O passe foi interceptado, e os Seahawks perderam a partida. Os críticos classificaram a jogada como a mais estúpida da história. Mas será que a decisão foi realmente tão ruim? Ou Carroll tomou uma ótima decisão que acabou sendo prejudicada pelo azar?

Nem mesmo as melhores decisões produzem os melhores resultados todas as vezes. Sempre existe um componente de sorte que você não pode controlar, assim como informações que permanecem ocultas. Portanto, a chave para o sucesso no longo prazo — e para evitar se preocupar até não aguentar mais — é pensar em termos de apostas: qual é o meu grau de confiança? Quais são os possíveis desfechos? Qual decisão oferece a maior probabilidade de sucesso? Será que fui vítima do azar nos 10% de casos em que uma estratégia que funciona em 90% das vezes dá errado? Ou meu sucesso se deve à pura sorte, e não à qualidade das minhas decisões?

Annie Duke, ex-campeã da World Series of Poker que se tornou consultora empresarial, recorre a exemplos dos negócios, dos esportes, da política e, naturalmente, do pôquer para apresentar ferramentas que qualquer pessoa pode usar para aceitar a incerteza e tomar decisões melhores.

Para a maioria das pessoas, é difícil dizer “não tenho certeza” em um mundo que valoriza e até recompensa a aparência de certeza. Jogadores profissionais de pôquer, porém, estão acostumados ao fato de que boas decisões nem sempre levam a bons resultados, assim como decisões ruins nem sempre levam a resultados ruins.

Ao mudar sua maneira de pensar — deixando de buscar a certeza e passando a avaliar com precisão o que você sabe e o que não sabe —, você ficará menos vulnerável às emoções reativas, aos vieses automáticos e aos hábitos prejudiciais que afetam suas decisões. No longo prazo, você se tornará uma pessoa mais confiante, tranquila, compassiva e bem-sucedida.

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